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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

SUGESTÃO DE CURRÍCULO PARA TREINAMENTO DE LÍDERES



TREINAMENTO E OFICINAS 
(Ministério Infantil)

Janeiro (22/01) – das 15h às 17h

OFICINA (Técnicas de Leitura)

Janeiro (27/01) – das 9h às 15h

Livro: “Os Princípios do Ensino”

- O principio da Dedicação (O importante vem primeiro)

- O principio da Motivação (Por que me incomodar?)

- O principio da Definição (Do que estamos falando?)

Livro: “Integração da Cosmovisão Bíblica”

- A integração da cosmovisão (Introdução)

- A importância da cosmovisão para o ensino bíblico infantil

Fevereiro (19/02) – das 15h às 17h 

OFICINA (Atividades que integram a Cosmovisão)

Fevereiro (24/02) – das 9h às 15h

Livro: “Os Princípios do Ensino”

- O principio da Iluminação (Que haja luz)

- O principio do Bom Fundamento (O homem sábio edifica a sua casa)

- O principio da Intercessão (A chave que destranca a porta)

Livro: “Psicologia da Criança”

- O corpo

Março (26/03) – das 15h às 17h

OFICINA (Como Ensinar as Crianças a Orar?)

Março (31/03) – das 9h às 15h 

Livro: “Os Princípios do Ensino”

- O principio da preparação (As suas marcas, preparar... sair)

- O principio da compreensão (Compreendes o que lês?)

- O principio da concentração (Menos significa mais)

Livros: “Os Princípios do Ensino” e “Psicologia da Criança”

- O principio da organização

- A alma

Abril (23/04) – das 15h às 17h

OFICINA (O Preparo da Lição Bíblica parte 1)

Abril (28/04) – das 9h às 15h

Livro: “Os Princípios do Ensino”

- O principio da explicação
(A apresentação sem esclarecimento trás confusão)

- O principio da simplificação
(Alimente as ovelhas – não as girafas)

- O principio da repetição (Uma vez não é suficiente)

Livro: “Psicologia da Criança”

- O espírito

Maio (21/05) – das 15h às 17h

OFICINA (Atividades de Revisão Bíblica)

Maio (26/05) – 9h às 15h

- O principio da aplicação (Rogo-vos, pois, irmãos)

- O principio da ilustração (ver é acreditar)

- O principio da atração (Tratores e professores)

Livro: “Como ensinar doutrinas bíblicas para as crianças”

- O que é doutrina?

- Por que ensinar Doutrina para crianças?

Junho (18/06) – das 15h às 17h 

OFICINA (O Preparo da Lição Bíblica parte 2)

Junho (30/06) – das 9h às 15h

Livro: “Os Princípios do Ensino”

- O principio da participação (Use-me ou perca-me)

- O principio da visualização (Olhos para frente)

- O principio da variação (Ah não! Isso de novo não!)

Livro: “Como ensinar doutrinas bíblicas para as crianças”

- A inspiração verbal da bíblia

- A doutrina de Deus

JULHO (NÃO HAVERA TREINAMENTO E OFICINA)

Agosto (20/08) – das 15h às 17h

OFICINA (Apresentação da Lição Bíblica)

Agosto (25/08) – das 9h às 15h

Livro: “Os Princípios do Ensino”

- O principio da situação
 (Você esta confortável)

- O principio da imitação
 (Modelar nossa mensagem e nosso método)

- O principio da demonstração
(Não me conte somente – mostre-me)

Livro: “Como ensinar doutrinas bíblicas para as crianças”

- Os atributos de Deus

- A doutrina de Jesus Cristo

Setembro (24/09) – das 15h às 17h 

OFICINA (Musicalização parte 1)

Setembro (29/09) – das 9h às 17h

Livro: “Os Princípios do Ensino” e “Como ensinar doutrinas bíblicas para as crianças”

- O principio da compaixão e da paixão
(Toque meu coração, Senhor)

- O principio da avaliação
 (O que experimento é melhor)

- As doutrinas do homem, do pecado, e da salvação

Livro: “Como ensinar doutrinas bíblicas para as crianças”

- As doutrinas da Salvação (mais detalhadamente)

- Uma criança salva pode perder a salvação?

Outubro (22/10) – das 15h às 17h

OFICINA (Musicalização parte 2)

Outubro (27/10) – das 9h às 15h

- A doutrina do Espírito Santo

- Quatro doutrinas diferentes

- Tenha cuidado de você mesmo e da doutrina

LIVROS ADOTADOS:

 


e o Livro: Como Desenvolver um Modelo de Ensino para a Integração da Cosmovisão Bíblica - série capacitando o Educador, Martha E. MacCullough, ACSI, 2005




domingo, 24 de abril de 2016

LIVRO: POR QUE EVANGELIZAR CRIANÇAS?



Esse livro é uma benção, auxilia o líder a enxergar e compreender o objetivo principal de um ministério com crianças: a salvação de meninos e meninas.
Levar uma criança a Cristo é algo de muito valor, porque quando são salvas, podem viver a vida inteira para Jesus. Quando a criança se converte, ela influencia toda a família a ser salva por meio da transformação de sua vida. Quando ela cresce, Jesus pode usá-la, como pregador, líder ou missionário para edificar a Sua igreja. Sua vida com Jesus terá uma influência positiva em vários aspectos da sociedade e da política. Elas influenciam a comunidade com seus valores bíblicos e com sua forma de viver.
A APEC espera que este livro não só auxilie pastores, professores e pais a terem a visão e a compreenderem que o objetivo principal de um ministério com crianças é levá-las a salvação em Cristo, como também motive à ação e haja um despertamento e um investimento para a realização de multiplos ministérios para alcançar as crianças.

Adquira o livro na loja virtual da APEC - Aliança Pró-Evangelização de Crianças

domingo, 17 de abril de 2016

O PERFIL DO LÍDER

                               

1- ELE PRECISA TER UMA VIDA DE ORAÇÃO (INTIMIDADE COM DEUS)

       Sem oração o crente não sabe se direcionar e perde autonomia diante dos liderados.

2- PRECISA TER DISCERNIMENTO ESPIRITUAL ( COMUNHÃO COM O PAI)

     O líder precisa ter intimidade com Deus para poder saber qual sua vontade. Sabe distinguir o que procede ou não de Deus.


3-TEMOR A DEUS (CRER/TER FÉ)

Ao saber que existe um Deus que tudo pode, tudo faz, o líder  acredita no poder dos céus e faz tudo com segurança mesmo que as circunstancias fale ao contrario.

4-HÁBITO DA LEITURA BÍBLICA (OBEDIÊNCIA)

O líder precisar conversa com Deus e manter-se fiel a ele.Deve ser obediente,temente,certo de que serve um Deus que fez todas as coisas.

Artemise Galeno


ESTRATÉGIAS DO LÍDER


                     
Organizar sua equipe ou departamento a fim de planejar atividades

Iniciar a liderança com oração. O líder precisa reconhecer que Deus está no comando, ele é somente um instrumento usado pelo Senhor.

Proporcionar a toda equipe rodas de estudo esclarecendo dúvidas, suscitar questionamentos.

Convidar pastores e obreiros para ministrar palestras sobre temáticas em que existam dificuldades

Organizar eventos com a ajuda de outros departamentos com o intuito de mobilizar a evangelização em massa.

Criar estratégias para trabalhar com o ensino bíblico estabelecendo parcerias com os demais departamentos.

Fazer reciclagem para se qualificar dando oportunidade a todos do departamento

Artemise Galeno


QUALIDADES DE UM LÍDER


Jesus é um exemplo de liderança, o único que precisa ser imitado.
                     
Antes de ser um líder ele precisa reconhecer que é um servo de Deus. (Isaías 42,1)

Tem poder de comandar, mas reconhecendo que Deus é quem o capacita (2 Samuel 7)

Deve ter o caráter de Cristo- O discípulo de Cristo se reveste  das qualidades santas e justas de seu Mestre (Ef 4.24)

O lider prioriza o Reino de Deus- Mateus 6,33

Deve ser um líder de oração e orar em todas as oportunidades (Tiago 4;8)

Deve estar fundamentado na Bíblia em qualquer circunstancia (salmos 50)

Deve ter o temor a Deus (hebreus 12,28-29)

Não desanima facilmente porque confia naquele que o arregimentou (Provérbios 4,18)

Deve ser um exemplo, não como dominador, mas aquele que conduzirá a todos no caminho certo com sabedoria (Provérbios 16,9)

Deve ser tardio em irar-se, fala com mansidão e com precisão (Gálatas 5,22-23)

Tem amor pela Palavra de Deus (Timóteo que desde criança sabe as Sagradas Escrituras)

Ora e medita na Palavra todos os dias (Daniel)

O líder busca a santificação- Segui a paz com todos, e a santificação; sem a santificação ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).

Sua fé é inabalável- acredita que logo as dificuldades irão mudar.

O verdadeiro líder sabe liderar com humildade

Artemise Galeno

quinta-feira, 17 de março de 2016

FAZENDO DISCÍPULOS NO MINISTÉRIO COM CRIANÇAS




A Palavra de Deus nos ordena a ensinar as crianças.

As crianças de hoje serão os pais de amanhã e os líderes da igreja deste século. Precisamos estar preparados para ensinar as crianças de um modo que agrade a Deus.

Alguém diz que é muito melhor “construir” uma criança corretamente do que “reformar” um adulto mais tarde.

Nosso desejo deve ser que as crianças aceitem a Jesus como Salvador e Senhor e cresçam nEle, dando fruto que as levem a ensinar outros. 

“E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros”. (2 Timóteo 2.2)

A Bíblia dá aos pais a responsabilidade de ensinar aos filhos (Deuteronômio 6.4-9; Salmo 78). A Igreja tem de ajudar nesta tarefa treinando os pais no que fazer e no como fazê-lo. 

A revelação de Deus exige uma resposta pessoal de cada um dos Seus filhos. O que a Escrituras nos mandam fazer em nosso ministério com crianças?

Mateus 28.19,20: o imperativo nessa passagem é claro: “Fazei discípulos”. Quando formos, temos de ensinar a Palavra de Deus a todas as pessoas – inclusive às crianças. As implicações contidas neste texto são (a) evangelizar (falar do evangelho a todas as pessoas) e (b) discipular (ajudar cada crente a crescer em Cristo para ser um fazedor de discípulos). Isto pode ser eficiente om crianças se estas forem educadas da maneira correta.

Deuteronômio 6.4-9: Moisés ordenou os pais (a) a ensinar a Palavra de Deus diligentemente aos filhos, (b) de modo muito casual e natural, (c) usando o estilo de vida deles como método principal. Esta conversação orientada ajudará a educar cada criança como também a apresentar um modelo de vida adulta santo.

Provérbios 22.6: Este provérbio dá-nos breve introspecção sobre como ensinar crianças. Os professores de crianças têm de desejar (a) “instruir” – criar gosto ou desejo na criança pelas coisas de Deus; (b) “no caminho” – conforme o passo dela. A instrução deve levar em conta a individualidade e o desenvolvimento mental e físico da criança; (c) Ela “não se desviará” – se a criança for educada corretamente nas coisas de Deus, o desejo dela será manter-se firme no que aprendeu. Uma versão ampliada deste provérbio seria: “Dedique-se ao Senhor e crie na criança o gosto pelas coisas do Senhor, de acordo com a faixa etária dela; e mesmo quando ela ficar adulta não se afastará do treinamento espiritual que recebeu”.

Atos 2.41-47: Este é um relato resumido sobre a descida do espírito Santo e o início da Igreja. Podemos ver os resultados do Pentecostes atuantes em quatro fatores principais na vida daquela comunidade neotestamentária: (a) Adoração – os crentes oravam, partiam o pão, cantavam e adoravam juntos ao Senhor. (b) Instrução – os crentes dedicavam-se ao ensino dos apóstolos. (c) Comunhão – os crentes tinham comunhão uns com os outros com a finalidade de disseminar a Mensagem do Evangelho. (d) Expressão – os crentes se expressavam ao Corpo de Cristo mediante edificação e encorajamento, e ao mundo, através do evangelismo. Estes quatro ingredientes devem estar incluídos no ministério com crianças.

Efésios 4.11-16; 1 Coríntios 12; Romanos 12: Estas três referências revelam métodos de Deus implementar o ministério com crianças – pelos dons do Espírito Santo.

Em Efésios 4.11-16, aprendemos que Jesus deu à Igreja aqueles que ensinam, evangelizam e pastoreiam. Ele os concedeu com o propósito de dar unidade aos crentes, maturidade ao corpo e conformidade a Ele.  Estes líderes equipam os santos para fazer a obra do ministério – inclusive o ensino às crianças em casa, na igreja e na escola!

1 Coríntios 12 e Romanos 12, mostram-nos que não é suficiente buscar e achar perdidos. Eles devem ser cuidados, alimentados e guiados para se tornarem cristãos maduros. Onde obtemos os recursos? Estas duas passagens concedem-nos as respostas. O Espírito Santo capacita o povo de Deus a ministrar – ajudar os crentes a se desenvolver segundo a semelhança de Cristo.

2 Timóteo 2.2: Paulo descreve o ministério da multiplicação que tem de acontecer ao longo de toda geração para que a fé cristã seja ensinada até que Jesus venha. Os líderes cristãos precisam equipar os professores e pais em cada faceta do ministério com crianças, de forma que o ensino correto aconteça ao nível de cada aluno. Assim, o ciclo de evangelismo estará completo – agora o discípulo tornar-se fazedor de discípulo.

Para que isso aconteça, é importante que as diretivas bíblicas mencionadas descrevem dois focos como (1) evangelismo – alcançar as crianças, levá-las a um compromisso com Jesus Cristo como Salvador e Senhor; e (2) discipulado – levá-las a crescer na Palavra de Deus e equipá-las para compartilhar a fé.

Fazer discípulos no ministério com crianças inclui as seguintes diretrizes:

Amor e aceitação. As crianças precisam ver o amor incondicional de Deus exemplificado por líderes, professores e pais que denotem cuidado e incentivo. Um ambiente de amor e aceitação estabelece clima para o ensino.

Construção de relacionamentos. As crianças aprendem verdades bíblicas e teológicas no contexto de relacionamento entre professor e aluno. Relacionamentos de significados podem ser cultivados quando a relação professor/aluno é estreita.

Envolvimento ativo. As crianças aprendem melhor fazendo – usando todos os cinco sentidos. Aprender requer o envolvimento ativo na lição. As crianças envolvidas em fazer suas próprias descobertas experimentam maior retenção. A participação conduz a mudança de atitude que, por sua vez, motivam os alunos aplicar a Bíblia em suas vidas.

Aplicação na vida. É essencial aos professores e pais que ensinem visando a aplicação dos ensinos na vida das crianças. Tiago 1.22 diz: “Sede cumpridores da Palavra e não somente ouvintes, enganando-vos”. Através da conversa dirigida e do envolvimento ativo no processo de aprendizagem, a Palavra de Deus pode ser colocada em ação na vida de nossas crianças.

Conversa dirigida. A conversa dirigida é informal, mas o diálogo planejado pode ocorrer durante as atividades de aprendizagem, adoração ou a qualquer hora. Este método transmite atitudes junto com o conteúdo bíblico.

Escolhas.  Permitir que as crianças escolham as atividades ajuda-as a pensar com independência, a ter motivação e a se interessar por aquela atividade de aprendizagem. Quando todas as atividades da sala de aula apontam para o mesmo alvo da Palavra de Deus, a criança pode escolher alguma atividade e ainda aprender o conteúdo bíblico, as atitudes corretas e a aplicação para a vida diária. Nem todas as crianças aprendem de uma mesma maneira. Algumas apreciam o desafio de uma procura no dicionário em preparação para a lição. Outras gostam das atividades manuais. Outras ainda dão-se bem usando um jogo da memória da Bíblia para aprender o versículo para a lição. Oferecer opções permite que as crianças tenham a liberdade de aprender.

Ensino da sessão total. Do minuto em que a primeira criança entra na sala de aula até que a última saia, tudo o que for ensinado e experimentado deve apontar para os objetivos da lição da Palavra de Deus. A música, os trabalhos manuais, o versículo para memorizar, a história, as atividades e a conversa dirigida devem todos apontar para esses objetivos declarados na lição. Com crianças, em particular as mais pequenas, precisamos ensinar um conceito e ensiná-lo bem. Esta abordagem de conteúdo único capacita as crianças a assimilar uma verdade da Bíblia e aplicá-la em suas vidas durante a semana.

Grupos grandes e pequenos. O ministério com crianças normalmente tem falta de obreiros. Por conseguinte, as classes são grandes e o pessoal pedagógico pequeno. A relação de professor par alunos deve ser 1:5-6, até crianças de cinco anos, e 1:8-10 nas classes de crianças mais velhas. Grupos grandes são adequados para atuações bíblicas, momentos de adoração, brincadeiras, etc. Grupos pequenos são apropriados para contar histórias bíblicas, aprender atividades e desenvolver aqueles decisivos relacionamentos entre professor e aluno.

Lições divididas em unidades. Cada lição ensinada às crianças deve ser parte de um gruo maior de lições chamadas unidade. Todas essas lições focalizam-se em um tema ou objetivo da Palavra de Deus. É importante que as lições sejam agrupadas em unidades, porque assim as crianças aprendem melhor tendo um tema ensinado por muitos métodos diferentes.

O processo do ensino-aprendizagem. Entender como as crianças aprendem determina nosso ministério de ensino. Elas aprendem por experiências diretas, envolvimento ativo e descoberta pessoal. Nas 125 situações de ensino registradas no ministério de Jesus, em mais de dois terços das vezes o aluno fazia uma pergunta em resposta ao que Jesus fizera ou dissera. O Mestre em ensinar sabia que, seu propósito era ensinar, as palavras tinham de ir junto com as ações. Ele pedia aos alunos, aos discípulos e aos outros para serem participantes ativos no processo de aprendizagem. Para Jesus, a aprendizagem era um processo de construção e não somente de transmissão.

Nosso trabalho com crianças deve ser estabelecido para satisfazer suas necessidades e alcançar as metas bíblicas.

Seu ministério com crianças pode ser desafiador e recompensador à medida que você observar as crianças tornarem-se mais semelhantes ao Senhor Jesus Cristo. Ensinar crianças é estrênuo, sobretudo depois de um culto prolongado, mas vê-las envolvidas com a Palavra de Deus é empolgante.

Lembra-se da história de nosso Senhor Jesus Cristo em João 13? Ele deitou água na bacia, apanhou uma toalha e lavou os pés dos discípulos. Exemplificou aos doze o serviço humilde – mesmo para aquele que estava a ponto de traí-lo! Ele deu aos discípulos esta lição prática e depois fez uma pergunta: “Entendeis o que vos tenho feito?” (João 13.12). A verdade da passagem encontra-se nos vv. 14 e 15: “Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis lavar os és uns dos outros. Porque eu vou dei exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”.

Como professores ou pais, temos de levar a sério nossa suprema chamada. As crianças de hoje serão os líderes de amanhã. Elas basearão suas vidas e decisões na Bíblia Sagrada? Que Deus nos ajude a estarmos comprometidos com a sua grande obra à mão – o ministério com as crianças do Senhor!


O ENSINO PRINCIPAL OU VERDADE PRÁTICA



O ensino é a ferramenta fundamental de toda a lição bíblica (verdade central relacionada à criança). Essa verdade deve ser praticado pela criança. Deus teve esse cuidado com as crianças, encorajando-os pais a ensinarem aos filhos a sua Palavra. Deuteronômio 4.10b “as ensinarás (as minhas Palavras) aos seus filhos”. E o efeito do ensino é a mudança no comportamento. Por tanto, você não pode dizer que ensinou, se a criança não aprendeu, se o seu comportamento e atitudes não mudaram. Isso não significa que ensinar não é o seu chamado ou algo que o desencoraje a ensinar, mas que deve haver mudança no modo de ensinar, com o objetivo de suprir as necessidades da criança. Romanos 12.7b “ou o que ensina, esmere-se (cuidado especial no serviço) no fazê-lo”.

O desafio não é somente ensinar a Palavra de Deus, é fazer do ensino prática do dia-a-dia da criança (estilo de vida). Provérbios 22.6 “Ensina a criança no caminho que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele”

DIFERENÇA ENTRE MINISTÉRIO, VOCAÇÃO, DOM E TALENTO



Primeiro Ministério, e algumas de suas definições.

1º) Cargo ou ofício de Ministro (Conselheiro; auxiliar; empregado)

2º) Desempenho de um serviço

3º) Exercício de um serviço religioso especial, como o dos levitas, sacerdotes, profetas e apóstolos


Segundo Vocação, e algumas de suas definições:

1º) Substantivo feminino; tendência

2º) Disposição; tendência predominante numa pessoa; atitude característica

3º) Inclinação; modo de pensar em relação a algo


Terceiro Dom, e algumas de suas definições:

1º) Capacidade que o Espírito Santo concede aos servos de Deus para uso em favor dos outros 

2º) Presente

3º) Oferta 


E por último, Talento e algumas de suas definições:

1º) Uma habilidade especial de fazer algo 

2º) Habilidade do inventar;

3º) Criar no pensamento; ser o primeiro a ter a idéia de; 

“Todos nós nascemos com um TALENTO e através desse talento, descobrimos a nossa VOCAÇÃO. Quando essa vocação é voltada para a obra de Deus, recebemos o DOM de Deus que nos capacita para exercermos o MINISTÉRIO ao qual Deus tem nos chamado.”


Autor desconhecido

Gabriel F. Silva

MINISTÉRIO - DEFINIÇÃO BÍBLICA



MINISTÉRIO 

Desempenho de um serviço (At 7.53); 

Exercício de um serviço religioso especial, como o dos levitas, sacerdotes, profetas e apóstolos (1Co 6.32; 24.3; Zc 7.7; At 1.25); 

Cargo ou ofício de Ministro (2Co 6.3; 2 Tm 4.5)


O MINISTÉRIO NO ANTIGO TESTAMENTO

O Ministério no Antigo Testamento se apresenta no sentido de “guardar”, de “administrar”, de “levar a carga” . (Nm 3:5-8, 17; 4:47; Ex 28:1)

O MINISTÉRIO NO NOVO TESTAMENTO

Romanos 15:31 (diakonia – serviço)

1 Coríntios 12:5 (diakonia – serviços)

Efésios 4:12 (ergon diakoniaj – serviço)

Romanos 12:7 (diakoniwn – serviço/servir)

A palavra traduzida “ministério” (diakonia), significa serviço. Um dicionário grego diz que diakonia significa especialmente o serviço daqueles que executam as ordens de outros
O uso da palavra diakonia, no NT, mostra quão variadas são as formas de serviço. (At 6.1,4)

Gabriel F. Silva

O QUE É CULTO?



 O culto da Igreja primitiva foi fortemente influenciado pela adoração nas sinagogas. As sinagogas surgiram séculos antes do cristianismo diante da necessidade dos judeus dispersos terem contato com a leitura da Lei.
Em língua hebraica a sinagoga recebe o nome beit knésset e traduzido para "casa de reunião". Também pode ser chamada,  beit tefila, ou seja, "casa de oração". Entre judeus da nação portuguesa é comum chamar de esnoga ou as variantes esnoa e scola. Entre judeus reformistas é comum o nome de templo.
No antigo testamento o culto é referenciado como um ritual de serviço e adoração a Deus, que deveria ser guardado pelos filhos de israel (Ex 12.25.26; Ex 13.5;2 Cr 34.33;) Nos primórdios do Cristianismo a adoração Cristã tinha dois momentos: um no Sábado dentro das sinagogas e outro no 1º dia da Semana, quando se reuniam nos lares para “partir o pão”. Atualmente o culto cristão é desenvolvido no local da Igreja, e possui uma liturgia determinada (do grego λειτουργία, "serviço" ou "trabalho público", celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular). No novo testamento, Cristo rompe com o ritualismo e torna a liturgia um "culto agradável a Deus", conforme preceitua o apóstolo Paulo de Tarso em Romanos 12,1-2.
Desta forma, o culto se torna muito mais do que conceituava o antigo testamento e o judaísmo. Considerando que esta palavra foi concebida na lei mosaica, que em vários aspectos estabelecem normas e preceitos que são pela graça substituídos através da adoração espiritual e verdadeira de todo o ser do homem.
“(...)  amar a Deus de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças e amar o próximo como a si mesmo é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios.” Os 6.6

“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” Rm 12.1
Gabriel F. Silva